sábado, novembro 14, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
quinta-feira, novembro 12, 2009
quarta-feira, novembro 11, 2009
Elmo's Post Weekly
Pode apostar.
Devemos ser dos países com maior número de apostas no Euromilhões. Tal reflecte o descontentamento geral, e não apenas daqueles que habitualmente consideramos como “carenciados”. Por todo o lado gerou-se um sentimento de crise colectiva que leva CEO e gestores a preencher o boletim mágico que quando vem estrelado dá passaporte para uma vida de excêntrico. Acho curioso o que as pessoas atribuem de significado à excentricidade, no que respeita a questões de dinheiro. E chegam a ouvir-se os maiores absurdos…mas outras considerações são muitíssimo válidas e deviam servir de exemplo para aqueles que actualmente são detentores de grandes fortunas.
Voltando ao assunto inicial, é realmente sindromático que o euromilhões tenha passado de jogo popular passe a ser transversal à maior parte das pessoas. Estaremos todos pobres ou apenas descontentes com o que temos? Impelidos por uma sociedade que se fundamente no consumo (para fazer mexer a economia, porque gera emprego, receita e consequentemente lucro .
By Elmo.
terça-feira, novembro 10, 2009
segunda-feira, novembro 09, 2009
domingo, novembro 08, 2009
sábado, novembro 07, 2009
sexta-feira, novembro 06, 2009
quinta-feira, novembro 05, 2009
Imaging diseases of the chest

Suitable for those requiring a review of imaging appearances of diseases of the lung, pleura and mediastinum, this title integrates chest radiography and CT with other imaging techniques, including MRI and PET. It offers clinical and pathologic features of different diseases and offers coverage of rarer and less well understood conditions.
Publisher: Elsevier Health Sciences
Published: 08 December 2009
Format: Hardback 1296 pages
quarta-feira, novembro 04, 2009
Elmo's Post Weekly
Fenomenos de massas
Houve por estes dias dois fenomenos (não confundir com O Fenómeno, que em Portugal dá pelo nome de prof. Karamba) que me deixaram perplexa.
De comum entre si, têm apenas o facto de teres conseguido mobilizar as massas. O primeiro a que me refiro foi o concerto dos U2 em Portugal e o segundo foi o lançamento (ou devo dizer atiramento) do mais recente livro de Dan Brown. Quando muitas pessoas falam ou praticam da mesma coisa, a coisa com a coisa em si, acaba ela própria por ganhar autonomia. Parece mal se não aderimos também. As pessoas deixam de ter juízo crítico e fazem-no ou dizem-nos apenas porque sim. Porque alguém, que era amigo de alguém e familiar de um terceiro terá dito, que tal facto era "assim", e porque se fosse de outra forma a pessoa é vista como estando "out". Na sociedade de hoje em dia, em que mais vale parecer do que ter, a última coisa que as pessoas querem é ficar out. Isso, "jamais". Vejo pessoas que nem conhecem os titulos das musicas dos U2 a dormir em saco-cama para arranjar bilhetes só porque sim. Outras, que raramente leêm, a acotevelar-se para conseguir um exemplar do Dan Brown, com a certeza de que o livro irá directamente para a estante.
Sempre me assustou os comportamentos do colectivo...as pessoas perdem a sua identidade e com isso valores, e passam a pensar pela cabeça do alheio. Sendo que, na maior parte das vezes o alheio não pensa nada de jeito.
Em boa verdade, se tem de sair disparate ou menos que seja da nossa lavra, escusamos de importar.
Houve por estes dias dois fenomenos (não confundir com O Fenómeno, que em Portugal dá pelo nome de prof. Karamba) que me deixaram perplexa.
De comum entre si, têm apenas o facto de teres conseguido mobilizar as massas. O primeiro a que me refiro foi o concerto dos U2 em Portugal e o segundo foi o lançamento (ou devo dizer atiramento) do mais recente livro de Dan Brown. Quando muitas pessoas falam ou praticam da mesma coisa, a coisa com a coisa em si, acaba ela própria por ganhar autonomia. Parece mal se não aderimos também. As pessoas deixam de ter juízo crítico e fazem-no ou dizem-nos apenas porque sim. Porque alguém, que era amigo de alguém e familiar de um terceiro terá dito, que tal facto era "assim", e porque se fosse de outra forma a pessoa é vista como estando "out". Na sociedade de hoje em dia, em que mais vale parecer do que ter, a última coisa que as pessoas querem é ficar out. Isso, "jamais". Vejo pessoas que nem conhecem os titulos das musicas dos U2 a dormir em saco-cama para arranjar bilhetes só porque sim. Outras, que raramente leêm, a acotevelar-se para conseguir um exemplar do Dan Brown, com a certeza de que o livro irá directamente para a estante.
Sempre me assustou os comportamentos do colectivo...as pessoas perdem a sua identidade e com isso valores, e passam a pensar pela cabeça do alheio. Sendo que, na maior parte das vezes o alheio não pensa nada de jeito.
Em boa verdade, se tem de sair disparate ou menos que seja da nossa lavra, escusamos de importar.
By Elmo.
terça-feira, novembro 03, 2009
Introspecção
A Introspecção é o ato pelo qual o sujeito observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência dos mesmos. Dentre os possíveis conteúdos mentais passíveis de introspecção, destacam-se as crenças, as imagens mentais (sejam visuais, auditivas, olfativas, sonoras, tácteis), as intenções, as emoções e o conteúdo do pensamento em geral (conceitos, raciocínios, associações de idéias).
Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não mediado, não inferencial) ao objeto?
Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não mediado, não inferencial) ao objeto?
segunda-feira, novembro 02, 2009
domingo, novembro 01, 2009
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