
terça-feira, março 04, 2008
Know how and when

History
Ginger ales come in two varieties: golden ginger ale and dry ginger ale. Golden ginger ale, dark colored and strong flavored, is the older style. Dry ginger ale was developed during Prohibition when ginger ale was used as a mixer for alcoholic beverages as the strong flavor of golden ginger ale was undesirable. Dry ginger ale quickly surpassed golden ginger ale in popularity, and today golden ginger ale is an uncommon, and usually regional, drink. Vernors, Blenheim, Chelmsford, and Red Rock are brands of golden ginger ale, while Canada Dry, Schweppes and Seagram's are major brands of dry ginger ale.
Ginger ale occupies a small niche in the soda market. While vending machines and soda fountains rarely contain ginger ale, the drink is a staple on supermarket shelves, in bars, and on airlines.
segunda-feira, março 03, 2008
Garagem AutoSimba - CS do QC
domingo, março 02, 2008
sábado, março 01, 2008
Borda d'Água
Sempre muito concorrido, o Borda d` Água é um daqueles locais que junta boa comida, gente gira e pessoal simpático. Quase à borda d`água tem uma sala de refeições interior e uma esplanada onde nem sempre é fácil encontrar um lugar vago; aos fins de semana torna-se uma missão quase impossível! Sem grandes luxos mas muito funcional, a esplanada é essencialmente azul e branca. A cozinha encerra às 23:00 mas o restaurante permanece aberto todos os dias até às 24:00. E a praia à noite, é excelente companhia. Endereço
Praia Morena - Costa de Caparica
Distrito: Setúbal
Concelho: Almada
Freguesia: Costa de Caparica
The Aviator

Phenomenal public success contrasts with private behaviors close to madness: Howard Hughes from the late 1920s to the late 1940s, from "Hells Angels" (spending a fortune on details) through the only flight of the Hercules, a huge, money-losing transport plane. Along the way, the public Hughes sees the big picture - in movies and in aviation, building TWA and leading it through a fight with Pan Am and the US Senate. In private, phobias and compulsions threaten him with self-imposed solitary confinement. How long can his imagination, drive, and the sympathies of Katharine Hepburn, Ava Gardner, and the men who work for him stave off these internal disorders?
O`Gillins Irish Bar

Costuma ser conhecido como o "outro" bar irlandês da capital, mas terá sido o primeiro bar irlandês a abrir em Lisboa. Mais pequeno que Henessys, é por isso mais calmo e, por vezes, melhor local para beber uma bebida da Irlanda. Para quem aprecia sonoridades célticas, é de vir aqui às Sextas e Sábados, a partir das 23:00h, pois actua a banda residente.
Endereço
Rua dos Remolares 8 - Lisboa
1200-371 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Ambiente típico irlandês com decoração à base de madeira e objectos relacionados com a história e cultura da Irlanda.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
1808, Laurentino Gomes

Seguro Directo - Allez QC

O Seguro Automóvel da Seguro Directo caracteriza-se por um completo leque de coberturas e opções, que lhe permitem garantir a cobertura dos riscos que pretender. A pensar nisso, a Seguro Directo disponibiliza quatro produtos de acordo com as suas necessidades de segurança, que poderá complementar com outras coberturas.
DirectoExtra / Furto
Responsabilidade Civil Obrigatória (1)
Responsabilidade Civil (2)
Protecção Jurídica
Assistência em Viagem
Ocupantes de Viatura (3)
Quebra Isolada de Vidros (4/6)
Furto ou Roubo (5)
(1) Capitais Aplicáveis: Danos Materiais/Danos Corporais – 600.000/1.200.000 Euros
(2) Capitais aplicáveis: 5.000.000 Eur ou 50.000.000 Eur. Valor máximo a suportar pela Seguro Directo, em caso de sinistro, englobando os capitais referidos em (1)
(3) Morte ou Invalidez Permanente/DespesasMédicas (apenas para o Condutor, pois os restantes ocupantes ficam seguros pela Cobertura de Responsabilidade Civil).
Directo Extra - 25.000/2.500 euros
Directo Total - 50.000/5.000 euros
(4) Capitais aplicáveis: 750, 1.000, 1.250, 1.500, 1.750, 2.000, 2.250 e 2.500 Euros.
(5) Franquias aplicáveis: 2%, 4%, 8%, 12% ou 20% sobre o valor do veículo.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
And the oscar goes to...

WINNER: "No Country for Old Men"
Performance By An Actor In A Leading Role
WINNER: Daniel Day-Lewis in "There Will Be Blood"
Performance By An Actress In A Leading Role
WINNER: Marion Cotillard in "La Vie en Rose"
Performance By An Actor In A Supporting Role
WINNER: Javier Bardem in "No Country for Old Men"
WINNER: Tilda Swinton in "Michael Clayton"
Achievement In Directing
WINNER: Joel Coen and Ethan Coen for "No Country for Old Men"
Adapted Screenplay
WINNER: "No Country for Old Men" by Joel Coen and Ethan Coen
Original Screenplay
WINNER: "Juno" by Diablo Cody
WINNER: Glen Hansard and Marketa Irglova for "Falling Slowly" from "Once"
Achievement In Music Written For Motion Pictures (Original Score)
WINNER: Dario Marianelli for "Atonement"
Achievement In Cinematography
WINNER: Robert Elswit for "There Will Be Blood"
WINNER: Christopher Rouse for "The Bourne Ultimatum"
WINNER: Alexandra Byrne for "Elizabeth: The Golden Age"
WINNER: Dante Ferretti and Francesca Lo Schiavo for "Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street"
Best Animated Feature Film
WINNER: "Ratatouille"
Best Animated Short Film
WINNER: "Peter & the Wolf"
Best Live Action Short Film
WINNER: "Le Mozart des Pickpockets (The Mozart of Pickpockets)"
Best Documentary Feature
WINNER: "Taxi to the Dark Side"
WINNER: "Freeheld"
WINNER: "The Counterfeiters" (Austria)
WINNER: Michael Fink, Bill Westenhofer, Ben Morris and Trevor Wood for "The Golden Compass"
WINNER: Didier Lavergne and Jan Archibald for "La Vie en Rose"
Achievement In Sound Editing
WINNER: Karen Baker Landers and Per Hallberg for "The Bourne Ultimatum"
Achievement In Sound Mixing
WINNER: Scott Millan, David Parker and Kirk Francis for "The Bourne Ultimatum"
Restaurante Green Pepper
Avenida José Malhoa 14 Loja 2 - Lisboa1070-158 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Campolide
Ao almoço e ao jantar há buffet. As sugestões mudam diariamente, o que faz com que seja difícil repetir as propostas mesmo para quem lá vai várias vezes por semana. Nestes dias comia-se Fusilli com legumes salteados, Feijão azuki (uma variedade japonesa) com cous-cous e legumes assados com tomilho.
Apenas 6.95 euros dão direito a meia dezena de pratos quentes, uma dúzia de frios e uma sopa. Ideal para quem tem tantos olhos quanto espaço na barriga. As sobremesas são pagas à parte, assim como as bebidas e o café que pode ser de soja, para ser diferente.

À noite, o preço do buffet é outro (€8.50) e mudam as sugestões. O serviço à carta só funciona aos jantares. Três entradas e quatro pratos é o que consta da ementa. Salada oriental com crepe de arroz com vinagrete de sésamo tostado sobre crocante de cereais pode ser um bom anúncio. Para principal um Arroz cremoso de espargos verdes e lima com folhado de seitan ou um Caril de abóbora e couve-flor com basmati de especiarias e chutney de manga.
A matriz é dada pelas receitas mediterrânicas mais algumas orientais adaptadas, onde o tofu e o seitan têm um papel de complemento à carne. Seitan que vai bem na carbonara, tofu que entra na confecção do macarrão integral com legumes, tudo massas frescas.
Quanto às 14 sobremesas, a escolha não é fácil. Brownie com gelado, Cheesecake de tofu (vegan), Tarte de Alfarroba (macrobiótico) e Torta de Cenoura com Mirtilhos (Bio) são exemplos, sem contar com todo um índice dedicado aos crepes doces (feitos com farinha integral) e às panquecas.
Sumos naturais de fruta, batidos com leite de soja e toda uma selecção de chás e tisanas são valores acrescentados. Parca é a selecção de vinhos.
Quando o tempo não permite refeições de faca e garfo, as sandes e as saladas são opções saudáveis para levar para o escritório.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Aznavour au Portugal

Je voyage...
Katia :
Dis, que fais-tu là, mon soleil, sur ce banc,
le regard perdu sous tes cheveux d'argent
Charles :
Je regarde fuir mes ultimes printemps
emportés par mille chevaux blancs
Je voyage, je voyage, vers les lieux bénis de ma vie
de voyage en voyage, à travers erreurs et acquis
sans bagage, par images, par le rêve et par la pensée
de voyage en voyage, sur les vagues de mon passé
Katia :
Ce voyage dans les limites de vos regrets, de vos remords,
est-ce un refuge, est-ce une fuite, ou bien une aventure encore ?
Charles :
Sur l'eau calme de mon âge, où l'orage ne tonne plus
de virage en virage, vers mes plages de temps perdu
je voyage
Et toi jeune fille, aux sources de ta vie
fugueuse à seize ans, que fais-tu par ici ?
Katia :
Je vais au devant du comprendre et savoir,
voir la vie de l'envers des miroirs
Je voyage, je voyage et je cours pour aller de l'avant
de voyage en voyage, sac au dos, cheveux dans le vent,
parfois folle, parfois sage, refusant les idées reçues
de voyage en voyage, dans l'espoir de trouver un but
Charles :
Tu es l'enfant d'entre deux guerres, d'un monde cru,
au désarroi d'hommes et de femmes de misère,
sous le joug du chacun pour soi
Katia :
De rivage en rivage, pour des grèves à découvrir,
de mirage en mirage, vers les rives de l'avenir
Charles et Katia :
Je voyage, je voyage, un peu plus de jours et de nuits
de voyage en voyage, à travers rêve et insomnie
par temps clair, ou d'orage, d'un pied léger ou d'un pas lourd
de mirage en mirage, par la mémoire et par amour
je voyage.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
História de um nome - Curry Cabral
José Curry da Câmara Cabral nasceu na cidade da Horta, Açores, a 4 de Maio de 1844, filho de Alberto Curry da Câmara Cabral e de sua mulher, Mariana Adelaide Runquist Cabral. O pai pertencia a uma família de origem inglesa que na pessoa de Andrew Curry, seu tetravô, se fixara nos Açores no século XVIII, tendo-se ligada a algumas das mais influentes famílias locais, com destaque para os Arriaga.Residiu quase toda a vida em Lisboa, onde se matriculou na respectiva Escola Médico-Cirúrgica em 1864, tendo, depois dum curso distinto, defendido a sua teses inaugural a 23 de Julho de 1869, apresentando um trabalho intitulado As feridas articulares e a cirurgia conservadora, a propósito de um caso observado na enfermaria de clínica da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, que depois foi publicado.
Obtida a licenciatura, Curry Cabral iniciou a 7 de Fevereiro de 1870 actividade profissional no Hospital de S. José, em Lisboa, exercendo as funções de cirurgião do banco de urgências, passando, a 10 de Dezembro de 1874, às funções de cirurgião extraordinário. A 2 de Julho de 1885 foi nomeado director da enfermaria, até atingir em 1900 o cargo de enfermeiro-mor, a que correspondia a direcção clínica daquele hospital. Como enfermeiro-mor, Curry Cabral, reformou o sistema administrativo daquele hospital, levando à aprovação de um novo regulamento para os internamentos, que vigorou em todos os hospitais portugueses. Para além do seu trabalho no Hospital de São José, foi ainda cirurgião-mor de enfermaria nos hospitais de Santa Quitéria e D. Estefânia.
Entretanto iniciou a sua carreira académica, sendo nomeado por decreto de 11 de Dezembro de 1873, após concurso, preparador e conservador do Museu de Anatomia da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Exerceu aquele cargo até 10 de Fevereiro de 1876, data em que foi nomeado lente substituto da secção cirúrgica daquela Escola, ingressando assim na respectiva docência.
Como docente da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa foi promovido a lente proprietário da secção cirúrgica por decreto de 8 de Novembro de 1876, sendo-lhe confiada a regência da cadeira de Anatomia Patológica, vaga pela transferência do lente António Maria Barbosa. Tendo-se jubilado a 21 de Novembro de 1889 o professor António Maria Barbosa, Curry Cabral pediu transferência da sua cadeira para a de Medicina Operatória, o que obteve de imediato.
Publicou numerosas obras de natureza científica e académica, tendo sido um dos redactores da revista Medicina Contemporânea, um hebdomadário de ciências médicas que se publicou em Lisboa no ano de 1883. A sua fama como cientista e como professor de ciências médicas levou a que fosse de feito membro de várias associações científicas, nacionais e estrangeiras, entre as quais da Societé d'Hygiene de Paris, e eleito sócio correspondente da Academia Real das Ciências de Lisboa. Entre 1898 e 1900 foi presidente da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa. Exerceu também as prestigiosas funções de vogal do Conselho Superior de Instrução Pública.
No campo da actividade sócio-profissional foi vice-presidente da comissão de propaganda da Assistência Nacional aos Tuberculosos, presidente da subcomissão de divulgação, e vogal do conselho central da mesma Sociedade. Foi também vogal do Conselho Superior de Higiene.
Foi o principal impulsionador da instalação em Lisboa de um hospital para tuberculosos e outros pacientes de doenças infecto-contagiosas. Aquele hospital, ainda hoje conhecido popularmente como Hospital do Rego, foi erguido no local onde assentou o Convento das Convertidas de Nossa Senhora do Rosário, de religiosas franciscanas, fundado depois de 1768. Inaugurado em 1906, por obra do governo de Hintze Ribeiro, com o nome de Hospital do Rego, aquela instituição deu origem ao actual Hospital Curry Cabral, assim denominado, no ano de 1929, em homenagem ao Professor José Curry da Câmara Cabral.
Curry Cabral foi agraciado em 1904 com a comenda da Ordem de Santiago da Espada. Foi um clínico de prestígio, considerado a par de Sousa Martins, Manuel Bento de Sousa e Oliveira Feijão, uma das mais ilustres figuras da medicina portuguesa dos inícios do século XX.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
‘Yuppie’ que é ‘yuppie’, por Joel Neto
Quanto aos ‘yuppies’, pois não sei se os temos. Temo-los seguramente na acepção com que os cunhou Dan Rottenberg, inventor do neologismo com que se resumia a expressão genérica “young urban professionals” (“jovens profissionais urbanos”) – mas não, convenhamos, na acepção precisa com que os consagraram os livros de Tom Wolfe, as canções de Frank Delaney ou o cinema dos anos 80 em geral. ‘Yuppie’ que era ‘yuppie’ era cocainómano. ‘Yuppie’ que era ‘yuppie’ não tinha mais no frigorífico do que um limão podre. ‘Yuppie’ que era ‘yuppie’ encarava as reuniões de família, o Natal e o aniversário da irmã mais nova e o funeral do tio materno, como uma visão do inferno. Pelo contrário, os ‘yuppies’ de hoje não dispensam o conforto. Pelo menos os nossos. Têm carros ronronantes, aparelhagens Bang & Olufsen e fiozinhos de ouro evocativos dos novos ‘gangsters’ de Miami – mas à noite também gostam de calçar as pantufas, ligar o Telejornal e ler o ‘Expresso’ da semana anterior, enquanto a mulher lhes aquece no micro-ondas a sopinha que a empregada brasileira deixou feita durante a tarde. São uma espécie de ‘yuppies’ de trazer por casa. Gostam do miminho, no que de resto os percebo completamente. Mas não deixam de ser uma classe, uma categoria – uma tribo. Que me diverte, muitas vezes. E que me inspira pena, outras tantas.Um ‘yuppie’ português do século XXI nunca usa uma palavra portuguesa quando pode usar uma palavra de outra língua qualquer. Geralmente é o inglês, embora não seja incomum ouvir-lhes termos em francês, em alemão ou, mais recentemente, em espanhol. E, quando dou com eles em jantares de aniversário, reuniões de colegas da faculdade ou encontros acelerados à porta do cinema, divirto-me genuinamente. Descrevem-me apaixonados o ‘benchmark’ em que estão a trabalhar, despertam-me para a necessidade de evitar o desperdício de esforços em mercados marginais ao ‘core business’, descrevem-me ‘case studies’ sobre a melhor forma de optimizar a relação entre o ‘head office’ e o back office’ – e, quando me sentem a desmobilizar, descrevem-me arrebatadamente os ‘pedipapers’ e as sessões de ‘paintball’ com que a empresa os presenteia para favorecer o ‘team building’. Acho-lhes piada – a eles e aos seus ‘briefings’, aos seus ‘brainstormings’, às suas ‘conference calls’.Por outro lado, penso que, se tivesse de viver entre eles, morria em dois minutos. Um dia fui chamado a uma reunião onde se pretendia que assumisse a chefia do portal de uma empresa de telemóveis e, a certa altura, o director olha para mim e diz-me: “Naturalmente, esperamos que use um fato. E, embora o seu horário seja das nove às seis, é claro que… bom, se a minha secretária decidisse sair às seis, eu trocava de secretária.” Fui-me embora na hora. Mas apenas me fui embora porque podia. Muitos ‘yuppies’ não podem. As suas vidas são um chorrilho de racionalizações de custos, eliminações de privilégios e mudanças no quadro de pessoal ao abrigo dos cálculos mais grosseiros de ‘full-time equivalent’. Tenho uma amiga cujo director, info-analfabeto, mandou poupar em tudo o que fosse oneroso, incluindo folhas A4, agrafes e, pasme-se, mensagens de email. Outra, cuja pequena empresa foi comprada por uma empresa maior, ouviu do novo administrador, ao fim da reunião informal em que se celebrava a conclusão do primeiro orçamento da nova ordem, a seguinte frase: “Este vai ser um ano difícil e, portanto, vocês não vão poder manter as regalias que tinham. Mas tenho aqui este champanhe que gostava de beber convosco.” Outro, director da pequena sucursal portuguesa de uma grande multinacional, treme de medo quando lhe oferecem mais um funcionário, uma vez que por cada candidato contratado, FTE ‘oblige’, terá de apresentar ao fim do ano mais um milhão de euros de facturação.“Seja decidido e transmita uma imagem positiva de si mesmo”, leio num artigo sobre como lidar com entrevistas de emprego. “Deverá manter segurança e confiança enquanto comunica.” “Cada uma das fases [do recrutamento] deve ser encarada como uma experiência”. Basicamente, ponha-se a jeito, deixe que lhe cuspam em cima – e, quando houver ‘paintball’ para o ‘team buiding’, dispare sobre os directores todos, que o que interessa é demonstrar confiança e iniciativa. Às vezes dou por mim esquerdista outra vez, cheio de sonhos sobre um mundo mais justo e fraterno. Parece que voltei quinze anos no tempo. E gosto.
Elizabeth: The Golden Age


domingo, fevereiro 17, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Real Fabrica
(XVIII- XIX) funciona como uma cervejaria -
restaurante - esplanada - pastelaria. Com a
atmosfera do momento, este espaço de
sobriedade luminosa e de algum design, promete
cá fora, "Noites Românticas de
Primavera-Verão". O menu prático, sem
pretensões, indica este lugar como ideal para
um almoço ou uma ceia.
R. Escola Politécnica, 275 - 283
1200 - LISBOA
horario : 07.00 -03.00hr
21 387 29 18




