quarta-feira, março 31, 2010
Elmo's Post Weekly
Avaliações
A todo o momento estamos a ser avaliados ou se quisermos auditados. Há em todos nós um sentido intrínseco de juízo ao próximo. É superior a nós. Não quero com isto dizer que tenha de ser necessariamente negativo. Na verdade, quando olhamos despreocupadamente para algo ou alguém, imediatamente na nossa cabeça começa a “correr”um programa de avaliação e comparação do que estamos a ver com algo semelhante que temos arquivado na nossa mente.
Mas referindo-me às avaliações formais, temos exames para quase tudo. É curioso que a maior parte das pessoas tem uma renitência em fazer exames ou ter de prestar provas. São os professores que não querem ser avaliados, foram os alunos que durante anos se bateram pelo fim dos exames nacionais. Enfim, é necessário avaliar e examinar as pessoas. Só assim as torna reconhecidamente válidas para a função que desempenham. Ultimamente tenho feito muitas avaliações.
E por muito que me custe, a avaliação deve ser encarada como um meio para atingir um fim e não a meta em si mesma. Ser-se avaliado, é uma forma de validar o que fazemos, instituir um ponto de situação, assinalar o que fazemos mal para aprender e melhorar o desempenho.
terça-feira, março 30, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
domingo, março 28, 2010
sábado, março 27, 2010
sexta-feira, março 26, 2010
quinta-feira, março 25, 2010
quarta-feira, março 24, 2010
Elmo's Post Weekly
O tempo e a mente
Há pessoas que andam sempre apressadas. Parece que o tempo nunca lhes chega para nada, e quando estão a fazer uma coisa já estão com o pensamento na tarefa seguinte. Para se aproveitar bem o tempo é necessario alguma programação e de certa forma, gestão do que temos para fazer em função da nossa disponibilidade.
Só que, em última análise, temos mais solicitações que meios para as cumprir. E depois, há sempre aquilo que temos para fazer e não nos apetece e aquilo que gostariamos de fazer mas não podemos porque o dever se sobrepõe.
Neste particular, o importante é não deixar prevalecer o sentimento de inquietação do que falta fazer pelo que estamos a fazer no momento. Sob pena de ambas as tarefas sairem mal feitas. Ou seja, por muito que tenhamos para fazer - mais vale uma coisa bem feita de cada vez, que um monte de coisas mal feitas. Que na pior das hipoteses teremos de as repetir todas de novo, e aí sim, perdendo o dobro do tempo.
By Elmo.
terça-feira, março 23, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
domingo, março 21, 2010
sábado, março 20, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
quinta-feira, março 18, 2010
quarta-feira, março 17, 2010
Elmo's Post Weekly
Geração de choro fácil
Na televisão surgem frequentemente reposrtagens com jovens que se emcionam pelos mais variados motivos. Não raras vezes chegam a dormir vários dias ao relento e sobre chão duro para ver "aquele" idolo ou para apanhar bilhete para determinado evento. Choram porque veêm o idolo num corso de carnaval, choram porque ganharam 2 euros na raspadinha, choram porque conseguiram passar num exame dificil, choram para não ser multados, choram para conseguir beneficios dos pais. Enfim, choram pela maior das banalidades.
Ora, isto faz-me confusão. Não percebo se têm o choro fácil - há quem tenha fotossensibilidade, ou se (muito pior) têm emoções fáceis. À partida o choro tal como o riso é conotado como expressando uma emoção. Quem chora por tudo e por nada, ou é realmente muito sensivel ou não tem discernimento emocional. Temo, que os jovens actualmente sofram deste último male. Vive-se tudo tão intensamente que as emoções outrora banais passaram a ser exaltadas e hiperbolizadas. Desconfio que no dia em que tiverem uma verdadeira e justificada emoção, as lágrimas já tenham secado...
By Elmo @ on the way back to Lisbon
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