segunda-feira, dezembro 28, 2009
domingo, dezembro 27, 2009
Kaffeehaus - em boa compannia!

Dois amigos austríacos fundaram o Kaffeehaus, um café vienense, localizado no Chiado, junto ao Teatro São Carlos. A decoração é moderna, descontraída, e com mobiliário tradicional do Bairro Alto elaborado em oficinas de rua e por estofadores locais. A marca deste espaço é um enorme quadro com posters de óperas, filmes e peças de teatro austríacas. O Kaffeehaus serve refeições típicas como escalope de porco panado com salada de batata e guisado de vaca. E como se trata de um genuíno vienense, não poderia faltar o sachertorte ( bolo com duas camadas de massa de chocolate e uma cobertura de chocolate preto), o strudel de maçã e o café com chantilly. A cultura faz parte da ementa, não faltando revistas e jornais à disposição para folhear.
Localização
Rua Anchieta 3 - Lisboa
1200-023 LISBOA
sábado, dezembro 26, 2009
sexta-feira, dezembro 25, 2009
quinta-feira, dezembro 24, 2009
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Elmo's Post Weekly
Das ist tugisch
Quando se vem à Suíça passa-se para uma nova dimensão – civilização no seu expoente máximo. Não quero com isto significar que os outros países não o sejam. E este facto não se esgota na questão dos horários e do rigor. Depois de alguns dias de vivência Suíça, até o mais profundos hábitos tugas: de querer ser mais esperto, de tentar furar as filas, de tirar sacos de souvenirs oferecidos ao invés de tirar só um, de falar alto e de ralhar com as crianças em público, todos eles tendem a desaparecer ou a atenuar-se. Na verdade, e segundo Darwin, os portugueses (esse espécie quase extinta) são capazes de uma grande adaptação ao meio evolvente e por consequência de uma evolução no mais positivos dos sentidos. Mas há coisas que são de tal forma intrincadas que qualquer coisa as faz despoletar e vir ao de cima.
Recentemente, no meu regresso a Lisboa vinda de Basel, mesmo na porta de embarque dá-se inusitadamente uma discussão entre dois tugas. Alegadamente uma tuga que tinha Speedy Boarding deixou passar essa chamada e resolve passar À frente de todos os que tinham feito fila para embarcar no geral. Volta não volta, gerou-se ali uma situação…
Realmente só mesmo uma discussão entre tugas para violar o silêncio do aeroporto.
By Elmo.
terça-feira, dezembro 22, 2009
segunda-feira, dezembro 21, 2009
domingo, dezembro 20, 2009
Ladina B
Moorlands Totilas
sábado, dezembro 19, 2009
sexta-feira, dezembro 18, 2009
quinta-feira, dezembro 17, 2009
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Elmo's Post Weekly
The Will – to carry on
Quando viajamos há sempre algo de nós que fica para trás. E não me refiro a algo material.
São geralmente os bons momentos que passamos, que ficam na nossa memória, e que podemos levar connosco. Tal como um pêndulo, vamos e regressamos. E se por um lado, temos a inércia que nos mantém onde estamos, por outro lado, há “algo” que nos move. Esse elemento que nos faz mover, é maior do que nós (materialmente falando) e desafia constantemente os nossos limites físicos – é a nossa vontade, que de forma mais ilustrativa em inglês se descreve como the will. A vontade, à semelhança do pêndulo pode não se ver propriamente, porque apenas se vê o pêndulo mover. É evidente que a amplitude das nossas acções varia na forma directa com a nossa vontade. E tal como em tudo na vida, numas pessoas é muito evidente e noutras é quase imperceptível, de forma que elas nos parecem sempre estáticas ou inertes.
O que despoleta a nossa vontade é algo que vem de dentro de nós (the trigger), mas que tem de sofrer um estímulo exterior, porque somos seres de relação – com um outro “eu” (self). E nesses casos, a vontade funciona como uma bússola, cujo ponteiro aponta sempre para Norte, salvo quando há uma interferência no campo magnético. Se não tivermos interferências, inevitavelmente teremos the will para regressar, onde quer que o nosso “Norte” esteja.
Quando viajamos há sempre algo de nós que fica para trás. E não me refiro a algo material.
São geralmente os bons momentos que passamos, que ficam na nossa memória, e que podemos levar connosco. Tal como um pêndulo, vamos e regressamos. E se por um lado, temos a inércia que nos mantém onde estamos, por outro lado, há “algo” que nos move. Esse elemento que nos faz mover, é maior do que nós (materialmente falando) e desafia constantemente os nossos limites físicos – é a nossa vontade, que de forma mais ilustrativa em inglês se descreve como the will. A vontade, à semelhança do pêndulo pode não se ver propriamente, porque apenas se vê o pêndulo mover. É evidente que a amplitude das nossas acções varia na forma directa com a nossa vontade. E tal como em tudo na vida, numas pessoas é muito evidente e noutras é quase imperceptível, de forma que elas nos parecem sempre estáticas ou inertes.
O que despoleta a nossa vontade é algo que vem de dentro de nós (the trigger), mas que tem de sofrer um estímulo exterior, porque somos seres de relação – com um outro “eu” (self). E nesses casos, a vontade funciona como uma bússola, cujo ponteiro aponta sempre para Norte, salvo quando há uma interferência no campo magnético. Se não tivermos interferências, inevitavelmente teremos the will para regressar, onde quer que o nosso “Norte” esteja.
By Elmo on the flight back from Basel
terça-feira, dezembro 15, 2009
One week ago...I was there


Sushi - Kappoh
In ungezwungener Atmosphäre kommen hier die Sushi-Liebhaber auf Ihre Kosten. Nebst einer delikaten und reichhaltigen Sushi – und Sashimiauswahl finden Sie auf der Speisekarte einen Querschnitt der japanischen Küche, der Sie zum staunen bringen wird. Ob in vergnüglicher Runde, ob alleine oder zu zweit, mit Eile oder mit Weile, hier geniessen Sie nebst vorzüglichen japanischem Essen das unkonventionelle Ausgehvergnügen.
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