
sexta-feira, outubro 30, 2009
Stieg Larsson
O jornalista de economia MIKAEL BLOMKVIST precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro HANS-ERIK WENNERSTÖM e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. HENRIK VANGER, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem LISBETH SALANDER. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.quinta-feira, outubro 29, 2009
quarta-feira, outubro 28, 2009
Elmo's Post Weekly
Metades
Se considerarmos as metades como o cinzento da vida, porque a maior parte das pessoas acha que o tudo ou nada traduz o branco e preto, e assim o meio-termo seria o cinzento. Ou seja, a virtude, a metade.
Se considerarmos as metades como o cinzento da vida, porque a maior parte das pessoas acha que o tudo ou nada traduz o branco e preto, e assim o meio-termo seria o cinzento. Ou seja, a virtude, a metade.
Mas nem sempre é verdade, e por vezes as coisas só resultam mesmo na versão unitária. Há pessoas que por força de querer partilhar acabam por fazer tudo “a metades”. E na vida, as grandes decisões podem ser partilhadas mas em última análise reflectem uma escolha, uma pessoa. Por muito que queiramos não podemos dividir… Também aqui é muito importante não ficarmos a metade de uma decisão.
Aquela máxima que diz que devemos ceder um bocadinho, e no meio estará a virtude, não é necessariamente válida. A maior parte das vezes acabam ambas as partes mal servidas. É preferível ceder à vez, do que ficar a meio caminho. O “n-im” nem sim nem não tornou-se um péssimo hábito entre nós. As pessoas não se querem comprometer com coisa nenhuma, e portanto não dizem “sim”, mas por outro lado, não assumem que “não”. E ficamos numa situação de impasse.
Tal como as portas entreabertas que são principal causa de constipações de quem nunca sai à rua – ou se abrem ou se fecham. Entreabertas acabam por empenar.
By Elmo.
By Elmo.
terça-feira, outubro 27, 2009
segunda-feira, outubro 26, 2009
domingo, outubro 25, 2009
Dá-me vontade de cuspir neles...
sábado, outubro 24, 2009
sexta-feira, outubro 23, 2009
quinta-feira, outubro 22, 2009
Elegância da Tecnologia
quarta-feira, outubro 21, 2009
A Casa dos Deuses, Samuel Shem
Uma obra-prima do romance americanoSeis estudantes de medicina - acabados de sair da faculdade e ávidos por desafios - vão lutar pela sua sobrevivência e sanidade mental durante o ano de internato. Numa corrida desenfreada para enfrentar as chamadas de urgência, as investidas amorosas das enfermeiras e os momentos de desânimo, aqueles que se autoproclamavam "os salvadores do futuro" vão agora viver a dura realidade da profissão que escolheram, num quotidiano para o qual a teoria não os preparara. Publicado pela primeira vez em 1978, A Casa dos Deuses converteu-se com os anos num verdadeiro livro de culto, que nenhum médico, estudante de medicina ou doente hipocondríaco poderá deixar de ler.
(Nota: não gostei nada do livro)
Elmo's Post Weekly
Expressões - More than words
Em todo o léxico há expressões mais ou menos populares e engraçadas. Hoje em dia há programas que explicam a génese das expressões bem como a forma correcta de as empregar. Todavia, sabe-se que os provérbios têm origem na sabedoria popular e que habitualmente traduzem verdade (sejam elas quase axiomáticas sejam apenas senso-comum). Para além destas, há as chamadas expressões da moda - do inglês cool expressions, de que os jovens são os maiores adeptos, e que fazem pasmar os mais velhos com o seu significado. À parte disto, há a expressões ditas de circunstância, ou seja, que rotineiramente usamos perante a mesma situação - apenas porque sim. Porque alguém algum dia, as usou e ficaram assumidas. Uma delas, algo curiosa e dotada de duplo sentido é dizer "a vida continua" nas exéquias da alguém. Realmente a vida, para os interlocutores continua de qualquer forma, e em boa verdade para o ente falecido, já não continua de todo. Porquê dizer isto?
Provavelmente pela mesma razão que os recibos verdes em Portugal, são na verdade, azuis.
By Elmo.
By Elmo.
terça-feira, outubro 20, 2009
Alberto Giacometti (1901-1966)

Alberto Giacometti (October 10, 1901 – January 11, 1966) was a Swiss sculptor, painter, draftsman, and printmaker. Alberto Giacometti was born in October 1901 in Italian-speaking Switzerland and came from an artistic background - his father, Giovanni, was a well known Post-Impressionist painter. Alberto was the eldest of four children and was always especially close to the brother nearest to him in age, Diego. From the beginning, he was interested in art.
segunda-feira, outubro 19, 2009
domingo, outubro 18, 2009
Alter Ego
Alter ego ou alterego (do latim alter = outro ego = eu) pode ser entendido literalmente como outro eu, outra personalidade de uma mesma pessoa. O termo é comumente utilizado em análises literárias para indicar uma identidade secreta de algum personagem ou para identificar um personagem como sendo a expressão da personalidade do próprio autor de forma geralmente não declarada.
Para a psicologia, o alter ego é um outro eu inconsciente.
Num outro sentido, o alter ego de uma pessoa não é uma faceta escondida ou secreta da sua personalidade, mas sim alguém de muito íntimo, um amigo fiel e inseparável em que essa pessoa se revê e deposita absoluta confiança. O alter ego é, neste caso, um perfeito substituto em que a pessoa pode delegar a sua representação ou outra função importante, na certeza de que ele pensará e agirá como ela pensaria ou agiria, isto é, como se fosse ela própria. É frequente, na vida política, um dirigente ou governante ter um alter ego como colaborador destacado, alguém habilitado a assumir fielmente as suas funções.
Para a psicologia, o alter ego é um outro eu inconsciente.
Num outro sentido, o alter ego de uma pessoa não é uma faceta escondida ou secreta da sua personalidade, mas sim alguém de muito íntimo, um amigo fiel e inseparável em que essa pessoa se revê e deposita absoluta confiança. O alter ego é, neste caso, um perfeito substituto em que a pessoa pode delegar a sua representação ou outra função importante, na certeza de que ele pensará e agirá como ela pensaria ou agiria, isto é, como se fosse ela própria. É frequente, na vida política, um dirigente ou governante ter um alter ego como colaborador destacado, alguém habilitado a assumir fielmente as suas funções.
sábado, outubro 17, 2009
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