sexta-feira, setembro 22, 2006

3 PIANOS – Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester


@CCB
4out./5Out.

Depois de no final do ano passado terem visto esgotar completamente o concerto que deram no grande auditório – espectáculo muito bem recebido pelo público e a crítica especializada – Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester voltam ao local do crime desta vez em dose dupla.O espectáculo 3 Pianos reúne no mesmo palco três dos pianistas mais conceituados da música nacional, que apresentam a solo, em duo e em trio algumas composições escolhidas de entre o repertório de cada um e outras criadas em conjunto.Com formações clássica e jazzística, os três pianistas têm vindo a firmar-se individualmente no panorama musical português. Os álbuns e concertos a solo e em parcerias com músicos de renome têm elevado o nome de cada um dos três ao estatuto de excelência.Depois de terem surpreendido no primeiro espectáculo em conjunto, Sassetti, Laginha e Burmester preparam-se agora para apresentar novas composições, que com toda a certeza surpreenderão quem tiver o privilégio de assistir.

terça-feira, setembro 12, 2006

segunda-feira, agosto 07, 2006

domingo, agosto 06, 2006

PEDRO dos LEITÕES


EN1 Mealhada
Anadia
Distrito: Aveiro
Telefone:23122062

O mais conhecido e o mais antigo dos restaurantes da Mealhada é o "Pedro dos Leitões". Álvaro Pedro, antes de se instalar em sua própria cidade de nascimento, morou no Brasil, em São Paulo, onde não se deu bem no negócio de restaurantes. Na década de 40, numa casa modesta junto à estrada Porto-Lisboa, começou a tornar famoso o leitão da Bairrada, que antes era circunscrito ao consumo doméstico da própria região. No princípio dos anos 50, com a inauguração da auto-estrada e o aumento do tráfego entre Lisboa e o Porto, o restaurante cresceu e hoje é uma casa ampla que atende a mais de 800 pessoas por dia em cada fim de semana.

Entre dezenas de pequenos e médios restaurantes, são 12 os principais na gastronomia da Mealhada: além do Pedro dos Leitões, a Meta dos Leitões, o luxuoso Quinta dos Três Pinheiros, Hilário, Belarmino, o Restaurante Típico da Bairrada, Rei dos Leitões, Simões dos Leitões, Floresta, Pic-Nic dos Leitões, Oásis e Churrasqueira Rocha.
Próximos uns dos outros, recebem por dia centenas de viajantes que não resistem à parada ou então, como é o meu caso, que atravessam as estradas da França, da Espanha e do Norte de Portugal em busca do saboroso e único leitãozinho da Mealhada.

Mata do Buçaco

BUÇACO

Não se conhece ao certo a história da mata em tempos mais longínquos. No séc. II foi provavelmente um refúgio para os primeiros cristãos. No séc. VI os Beneditos fundaram o seu mosteiro na Vacariça, povoação a 5 Km do Buçaco.
Em 1094 era já posse do bispo de Coimbra, que em 1628 a vendeu à ordem dos Carmelitas Descalços. O
convento, ermidas, muros e caminhos foram por eles construídos, tendo também plantado e tratado as árvores da mata.

Em 1810 ocorreu a batalha do Buçaco, onde os Portugueses e seus aliados Ingleses lutaram contra as tropas de Napoleão Bonaparte. Como memórias dessa batalha temos o Obelisco, o Museu e a Oliveira onde o Duque de Wellington amarrou o seu cavalo, perto do convento onde pernoitou.

Em 1834 a mata passou a propriedade do estado, tendo sido então introduzidas muitas espécies novas. As cruzes foram trocadas por capelas no séc. XIX, com figuras em terracota, mostrando os vários passos da paixão de Cristo. Em cada passo há uma inscrição.
Recentemente as capelas foram vandalizadas, em especial as primeiras da Via Sacra, aguardando-se a sua restauração para breve.

FLORA

Breve nota introdutória
A mata do Buçaco é bastante rica no que diz respeito à flora.
Quando no século XVI os monges Carmelitas a descobriram, encontraram nela uma grande diversidade de vegetação. As condições climáticas da região, nomeadamente a abundância de precipitação (1500mm/ano), favoreciam esta diversidade.
Dada a sua cultura religiosa e a ligação à natureza os monges contribuíram de forma significativa para o aumento da diversidade existente, replantando e introduzindo novas espécies.

Os ciprestes e os cedros são bastante representativos na Mata e são exemplos marcantes da ligação a textos bíblicos (Os cedros e os ciprestes eram associados ao Líbano e ao Monte Sião, em Jerusalém ... As madeiras da Cruz são Cedros e Ciprestes)*.
Durante todo o período de ocupação do Buçaco pelos Carmelitas (de 1628 a 1834), além da plantação de espécies da região ou oriundas de regiões mais distantes esta ordem religiosa preservou todo o património natural e foi construíndo o que, ainda hoje, constitui motivo de visita a este recanto da Serra do Buçaco.
Com alguma tristeza, constatamos que actualmente a mata se encontra algo degradada e abandonada.
Sente-se uma grande necessidade de realizar diversos trabalhos de limpeza de matos, de espécies invasoras, de podas de limpeza e de recuperação de exemplares arbóreos.

ARQUITECTURA


Relativamente ao património arquitectónico da Mata do Buçaco podemos distinguir monumentos de arquitectura militar, religiosa e civil.

Arquitectura Religiosa
Na mata do Buçaco existe um património religioso riquíssimo constituído por um
convento, onze ermidas, quatro capelas, vinte passos da Via Sacra e dois cruzeiros.

Arquitectura Militar
No que diz respeito a arquitectura militar encontramos um
Monumento à batalha do Buçaco de 1810, onde as tropas da última invasão da Guerra Peninsular foram derrotadas e ainda um Museu Militar.

Arquitectura Civil
Em relação à arquitectura civil encontramos várias
fontes espalhadas pela mata, as famosas portas e o notável "Palace", palacete neo-manuelino construido no século XIX, com claras inspirações no Claustro dos Jerónimos, na Torre de Belém e no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra, de grande feito e impacto paisagístico, arquitectónico, escultórico e grandiosa representatividade cultural e artística.

sábado, julho 22, 2006

Grande Hotel do Luso


O Grande Hotel do Luso é uma graciosa e elegante estrutura dominando a agradável estância termal do Luso, nos Montes do Bussaco. Este hotel apresenta 137 quartos duplos, 3 suites e 4 suites júnior, todos com ar condicionado, insonorização, telefone de ligação directa, televisão por satélite (comando à distância), além do restaurante Cruz Alta, bar, cafetaria, piscinas – interior e exterior – courts de ténis e squash, banho turco, clube infantil, boutiques, serviço de quartos, lavandaria, além de uma variedade de salas de reuniões com capacidades até 380 pessoas, em plateia.

Luso

As Termas de Luso; situadas na encosta poente da Serra do Buçaco; são o lugar ideal para recuperar forças entre verdes frondosos.
"Nas Termas de Luso e com as virtudes terapêuticas das suas Águas Minerais Naturais a Saúde é um Bem que se conserva e se recupera cuidadosamente gota-a-gota ou em repouso; sempre segundo fórmulas rigorosamente personalizadas".

Estrutura Turística:Programa de Animação Cultural com Espectáculos Musicais; Danças de Salão; Conferências; Biblioteca; Visitas Guiadas Indicações Terapêuticas:Afecções das vias respiratórias, Afecções nefro-urinárias, Afecções reumáticas e músculo esqueléticas, Aparelho circulatório.
Época Termal:2 Maio a 31 Outubro
Acessos:Lisboa: A1 Coimbra; IP3 saída EN234 até Luso; Porto: Idem.

quarta-feira, julho 19, 2006

MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

Grandes Mestres da Pintura Europeia: de Fra Angelico a Bonnard.
Colecção Rau18 de Maio a 17 de Setembro

Exposição de qualidade absolutamente excepcional, que reúne 95 pinturas de mestres fundamentais na história da pintura europeia, desde o início do Renascimento italiano até à década de 1940-50.
Exposição de qualidade absolutamente excepcional, que reúne 95 pinturas de mestres fundamentais na história da pintura europeia, desde o início do Renascimento italiano até à década de 1940-50. Quase metade das peças (46) inscrevem-se num arco cronológico que vai do século XV ao XVIII, distribuem-se pelas “escolas” italiana, flamenga, holandesa, alemã, francesa, espanhola e britânica e são criações de mestres como Fra Angelico, Bernardino Luini, António Solario, Guido Renni, Canaletto, Tiepolo, Porbus, Van Goyen, Van Ruysdael, Gerard Dou, Siberechts, Cranach, Philippe de Champaigne, Largillière, Boucher, Latour, Greuze, Fragonard, Robert, Vigée-Le Brun, El Greco, Ribera, Reynolds e Gainsborough.As restantes pinturas (49) são especialmente demonstrativas de autores e movimentos artísticos dos séculos XIX e XX: impressionismo, simbolismo e nabis, fauvismo, expressionismo. Corot, Courbet, Cézanne, Manet, Degas, Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Liebermann, Signac, Lautrec, Redon, Bonnard, Vuillard, Vlaminck, Dufy, Derain, Macke e Morandi são alguns dos artistas neste sector da exposição.Para além do programa de visitas do Serviço de Educação (download da folha informativa) o museu disponibiliza igualmente visitas guiadas à exposição em italiano e em espanhol durante o mês de Julho e a primeira semana de Agosto.
Horário: Terça-feira: 14h30 e 16h30
Quarta a sexta: 11h30, 14h30 e 16h30

domingo, julho 16, 2006

Rau Collection


Albert Marquet
The Old Marseille Harbour

sábado, julho 15, 2006

Lady Bug



Classification
Kingdom: Animalia
Phylum: Arthropoda
Class: Insecta
Order: Coleoptera
Family: Coccinellidae
Genus: Hippodamia

Everyone loves ladybugs! Kids love them because they are colorful and easy to catch. Gardeners and farmers love them because they eat aphids which destroy crops.
Ladybugs are actually a beetle which is an insect. There are more insects on Earth than any other kind of animal. Ladybugs are more than just pretty visitors to the garden. Explore our website and learn all about these fascinating insects.


http://www.geocities.com/sseagraves/ladybugfacts.htm


1.There are nearly 5,000 different kinds of ladybugs worldwide and 400 which live in North America.
2.A female ladybug will lay more than 1000 eggs in her lifetime.
3.A ladybug beats its wings 85 times a second when it flies.
4.Aphids are a ladybug's favorite food.
5.Ladybugs chew from side to side and not up and down like people do.
6.A gallon jar will hold from 72,000 to 80,000 ladybugs.
7.Ladybugs make a chemical that smells and tastes terrible so that birds and other predators won't eat them.
8.If you squeeze a ladybug it will bite you, but the bite won't hurt.
9.The spots on a ladybug fade as the ladybug gets older.
10.During hibernation, ladybugs feed on their stored fat.
11.Ladybugs won't fly if the temperature is below 55 degrees Fahrenheit.
12.The ladybug is the official state insect of Delaware, Massachusetts, New Hampshire, Ohio, and Tennessee.
13.The male ladybug is usually smaller than the female.
14.The Asian Lady Beetle can live up to 2-3 years if the conditions are right.

sexta-feira, junho 23, 2006

ÉTICA


1.Beneficência

2.Não maleficência

3.Autonomia

4.Justiça distributiva




Nenhum princípio:
é único;
tem primazia;
se sobrepõe a priori a qq outro.

sexta-feira, junho 16, 2006

domingo, junho 04, 2006

Loucuras de Brooklyn


Tendo como pano de fundo as polémicas eleições americanas de 2000, As Loucuras de Brooklyn conta-nos a história de Nathan e do seu sobrinho Tom. Divorciado e afastado da sua única filha, Nathan procura apenas a solidão e o anonimato. Por seu lado, o atormentado Tom está a fugir da sua em tempos promissora carreira académica e da vida em geral. Acidentalmente, acabam ambos a viver no mesmo subúrbio de Brooklyn, e juntos descobrem inesperadamente uma comunidade que pulsa de vida e oferece uma súbita e imprevisível possibilidade de redenção.

segunda-feira, maio 29, 2006

Jardim Tropical



in Dn 26.01.2006
O Jardim Tropical completou ontem o primeiro centenário. Espaço verde privilegiado da cidade, situado na zona histórica de Belém, recebe todos os anos cerca de 35 mil visitantes. As crianças e os jovens são um público privilegiado que passará a ter um serviço educativo com uma multiplicidade de iniciativas lúdicas relacionadas com o universo botânico.Renovar a imagem do jardim para ser mais apreciado pela população e valorizar o espaço através da divulgação científica, com a criação de um serviço educativo para dar a conhecer o que se faz na investigação das espécies vegetais, também é um objectivo para 2006. "Dar um maior dinamismo, com um espaço de conservação de espécies vegetais, mas aberto ao público para melhorar o serviço ao visitante em termos de qualidade e para mostrar a actividade científica desenvolvida pelo Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), é o que se pretende", afirma Ana Bessa, subdirectora do jardim.Para assinalar a data do aniversário foi inaugurada a exposição fotográfica "Na Dupla Sombra das Árvores", sobre as vivências em África, que estará patente ao público até Julho. Segundo o presidente do IICT, Jorge Braga de Macedo, a mostra traduz "uma iniciativa interdisciplinar que convida à reflexão sobre as questões do desenvolvimento sustentável, da biodiversidade, da preservação do património, da diversidade cultural e da inclusão social". O lançamento do livro A Aventura das Plantas e os Descobrimentos Portugueses, da autoria de José Mendes Ferrão, a exibição do documentário Jardim Tropical Cruzamento de Saberes, de Rogério Abreu, e o descerramento de uma placa comemorativa, pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, marcaram as celebrações.Sensibilizar o público para a riqueza que se encontra no local é o que deseja Ana Bessa. "Queremos que o jardim se abra à comunidade e que a qualidade melhore", afirma a responsável.

segunda-feira, maio 22, 2006

Creta

Dados
População:
Provavelmente os povoadores de Creta eram arianos provindos da região da
Ásia menor, contudo existem hipóteses que fossem mediterrâneos devido a sua constituição física (baixos e morenos).


Geografia
É a maior ilha grega, tendo 8331 km2 e cerca de 650.000 habitantes, sua capital é
Eráclio. Tem relevo bastante acidentado, devido a ser a parte mais alta de uma cadeia montanhosa, que atinge a sua altitude máxima no monte Ide (2456 metros). A costa é muito recortada. Há cultura da vinha, cereais, oliveira e pomares, criação de gado ovino e caprino. Possui indústria alimentar e tem importância turística.

História
Creta esteve habitada desde o
Neolítico. Com o começo da Idade do Bronze, os Cretenses criaram no 3.° milénio antes de Cristo uma grande civilização (cultura > minóica). Esta civilização insular deixou palácios em Cnossos, Festos, Maliá e Santa Trindade (Hagia Triada). A partir da primeira metade do 2." milénio antes de Cristo chegou a ser o centro cultural e comercial (graças ao domínio que lhe dava a sua frota e às riquezas acumuladas pelo comércio) nas regiões da Idade do Bronze no Mediterrâneo Oriental (cultura do Egeu). O seu predomínio terminou c. 1400a. C., quando a ilha foi ocupada militarmente pelos Aqueus. Entre 823-961 a ilha foi ocupada pelos Árabes, tendo sido conquistada por Veneza no decurso da 4.a cruzada. Em 1669 (conquista de Cândia) passou para o poder dos Turcos e em 30.5.1913 ficou a pertencer definitivamente à Grécia.

sexta-feira, maio 12, 2006

quinta-feira, maio 11, 2006

Será q loucura está de volta?


Twinmos Mobile Disk Z4 1GB

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quarta-feira, maio 03, 2006

Cavalo Lusitano - História


Historial do Cavalo Puro Sangue Lusitano

Montado há já cerca de 5000 anos, o mais antigo cavalo de sela do Mundo chega ao limiar do século XXI reconquistando o esplendor de há dois mil anos, quando Gregos e Romanos o reconheceram como o melhor cavalo de sela da antiguidade.
Cavalo de "sangue quente" como o Puro Sangue Inglês e o Puro Sangue Árabe, o Puro Sangue Lusitano é o produto de uma selecção de milhares de anos, o que lhe garante uma "empatia" com o cavaleiro superior a qualquer raça moderna.
Seleccionado como cavalo de raça e de combate ao longo dos séculos, é um cavalo versátil, cuja docilidade, agilidade e coragem, lhe permitem hoje competir em quase todas as modalidades do moderno desporto equestre, confrontando-se com os melhores especialistas. No limiar do ano 2000 o Puro Sangue Lusitano, volta a ser procurado como montada de desporto e de lazer, e como reprodutor pelas suas raras qualidades de carácter e antiguidade genética.
A sua raridade resulta de um pequeníssimo efectivo de cerca de 2000 éguas produtoras. Em Portugal, berço da raça, estão apenas em produção cerca de 1000 éguas, no Brasil 600, em França 200, distribuindo-se as restantes pelo México, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Itália, Canadá e Estados Unidos da América.
Hoje o efectivo da Raça Lusitana está em crescimento, sobretudo na Europa e no Brasil, onde há uma extraordinária progressão em quantidade e qualidade. Entre nós, a qualidade geral da produção tem aumentado muito,e tudo leva a crer que se venham a estabelecer novas linhas dentro da Raça, contribuindo para o seu progresso e assegurando a sua vitalidade.
No século XXI, O Puro Sangue Lusitano será sempre o cavalo por excelência para a Arte Equestre e para o Toureio, mas, para além de ser o cavalo que dá maior prazer montar, continuará a surpreender pela sua natural aptidão para os obsctáculos, e para o Ensino e Atrelagem de Competição.
A institucionalização oficial do Stud-Book da Raça Lusitana, foi sem dúvida, um passo decisivo, no progresso da mesma, ao condicionar a admissão de reprodutores aos requisitos mínimos do respectivo padrão, dando origem a um generalizado e criterioso trabalho de selecção, facultando o conhecimento aprofundado das geneologias, permitindo perpetuar e tirar partido das linhas formadas a partir da insistência em determinados reprodutores (emparelhamento em linha).Aliás para um processo zootécnico eficaz e relativamente rápido há que recorrer à selecção e à consanguinidade, sendo esta de evidente vantagem em aspectos que interessam ao criador, nomeadamente na pureza e uniformidade da raça e na consequente prepotência dos reprodutores obtidos.

segunda-feira, maio 01, 2006

2nd June 1953

The Queen's Coronation Oath (from the Order of Service for the Coronation)

The Queen having returned to her Chair, (her Majesty having already on Tuesday, the 4th day of November, 1952, in the presence of the two Houses of Parliament, made and signed the Declaration prescribed by Act of Parliament), the Archbishop standing before her shall administer the Coronation Oath, first asking the Queen,
Madam, is your Majesty willing to take the Oath?
And the Queen answering,
I am willing.
The Archbishop shall minister these questions; and the Queen, having a book in her hands, shall answer each question severally as follows:
Archbishop. Will you solemnly promise and swear to govern the Peoples of the United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland, Canada, Australia, New Zealand, the Union of South Africa, Pakistan, and Ceylon, and of your Possessions and the other Territories to any of them belonging or pertaining, according to their respective laws and customs?
Queen. I solemnly promise so to do.
Archbishop. Will you to your power cause Law and Justice, in Mercy, to be executed in all your judgements?
Queen. I will.
Archbishop. Will you to the utmost of your power maintain the Laws of God and the true profession of the Gospel? Will you to the utmost of your power maintain in the United Kingdom the Protestant Reformed Religion established by law? Will you maintain and preserve inviolably the settlement of the Church of England, and the doctrine, worship, discipline, and government thereof, as by law established in England? And will you preserve unto the Bishops and Clergy of England, and to the Churches there committed to their charge, all such rights and privileges, as by law do or shall appertain to them or any of them?
Queen. All this I promise to do.
Then the Queen arising out of her Chair, supported as before, the Sword of State being carried before her, shall go to the Altar, and make her solemn Oath in the sight of all the people to observe the premisses: laying her right hand upon the Holy Gospel in the great Bible (which was before carried in the procession and is now brought from the Altar by the Arch-bishop, and tendered to her as she kneels upon the steps), and saying these words:
The things which I have here before promised, I will perform and keep. So help me God.
Then the Queen shall kiss the Book and sign the Oath.
The Queen having thus taken her Oath shall return again to her Chair, and the Bible shall be delivered to the Dean of Westminster.

sábado, abril 29, 2006

Meet Hurley - New Brand?!

Spirit of surf...

Quebra-Mar - a Loucura

Definição
Intimamente ligada ao mar, a Quebramar foi buscar a raiz do seu nome ao universo náutico, onde o quebra-mar é conhecido como sendo a muralha que amortece o embate das ondas nas orlas costeiras, ou ainda como o dispositivo que nos navios evita a entrada da água quando o mar está agitado.
Inicialmente conhecida como tal (Quebra-Mar), a marca assumiu o nome Quebramar em 1999 quando iniciou o processo de entrada nos principais centros comerciais, através da introdução de uma linha casual/leisure wear, sempre actual e criada a pensar em quem não dispensa o conforto e a qualidade no seu dia-a-dia.
Actualmente, a Quebramar é já uma presença incontornável no mercado português apostando agora também na conquista do mercado ibérico com a abertura das primeiras lojas em Madrid.
Historial
A Quebramar está presente no mercado português desde o final dos anos 80. A então Quebra-Mar apresentava-se como uma linha de roupa informal/casual & leisure wear vendida através de catálogo.
Em 1999, perante os novos desafios do mercado, a estratégia da marca foi repensada, tendo sido criada uma empresa para comercialização de produtos monomarca, vocacionada para a expansão internacional e com o objectivo de levar a marca Quebramar até às principais e mais prestigiadas superfícies comerciais.
Aliava-se então a capacidade criadora e o profundo conhecimento do produto Quebramar de um dos fundadores da marca, Gonçalo Esteves, à experiência do Grupo Regojo na comercialização de grandes marcas em Portugal, como é o caso Massimo Dutti, Mango, Elena Miró, Pierre Cardín e Peter Hadley.
Desde então, a Quebramar já abriu 32 lojas em Portugal e 5 em Espanha. Madrid foi o local escolhido para a abertura das primeiras lojas no mercado espanhol.
Esta entrada em Espanha faz parte da estratégia de internacionalização da marca, cujo plano de negócios inclui, ainda, a chegada da Quebramar a outras cidades espanholas já a partir deste ano.

terça-feira, abril 18, 2006

Filosofia: atitude e saber

A Filosofia é uma atitude perante a vida ou seja uma forma de estar. Envolve uma atitude activa em que cada um deve pensar pela própria cabeça, questionando-se de forma exigente e crítica – Filosofia Espontânea.
Quando os filósofos sistemáticos tomam esta atitude, as suas conclusões passam a constituir formas de configurar a experiência ou seja saberes – Filosofia Sistemática.
Todo o Homem é filósofo porque todo o Homem possui a Razão — faculdade que lhe permite pensar. Se todo o Homem tem a possibilidade de pensar, ao fazê-lo, está a tomar uma atitude activa e consequente e inconscientemente está a filosofar. Ainda que não o saiba definir.



Características da Filosofia Espontânea

· É comum a todos os sujeitos
· É subjectiva, própria de quem reflectiu
· Não se constrói saberes devido à sua dimensão prática
· O seu objectivo é compreender e solucionar aquilo que foi problema

Características da Filosofia Sistemática

· Não é própria de todos, só de alguns — os filósofos profissionais ou sistemáticos
· Resulta de uma atitude activa por parte destes filósofos, em que as suas reflexões constituem saberes
· O seu método é uma reflexão muito crítica e exigente.
· O seu objectivo é compreender o real para dar sentido e significado à vida.


Os filósofos colocam-se nos problemas para os tentar resolver:
Método: procura existencialmente assumida, reflexão crítica e exigente
Objectivo: compreender o real, inteligibilidade do real
Objecto: o todo


O objecto da Filosofia é muito abrangente e por isso pouco específico.
Quando se diz que a Filosofia estuda o todo não quer dizer que o sistemático estude tudo mas sim, que não se refere a algo em particular.
A Filosofia também evolui por revisão sendo revisível e mutável.
O Homem não é filósofo só por ter a Razão, mas sim quando age activamente.

Especificidade da Filosofia

Universalidade (o que é comum a todos)
· todo o homem é filósofo
· o método é sempre uma reflexão muito exigente e crítica
· o objectivo é uma procura, existencialmente assumida, do real
· o objecto, dentro de cada época é o mesmo

Historicidade
· a própria História da Filosofia, desde o sue surgimento até aos nossos dias
· o objecto varia conforme as épocas e contextos históricos.
Se analisarmos uma obra filosófica de um autor, para nós desconhecido, podemos situá-la num determinado contexto histórico devido ao objecto a que se refere.

Autonomia
· a Filosofia é uma atitude, forma de estar na vida, agindo activamente, de uma forma crítica e exigente logo é autónoma
· é própria de quem a toma (atitude) por isso é independente
· é uma característica da atitude
Embora um determinado contexto histórico vá influenciar o objecto de estudo de um dado filósofo, este só muito pontualmente chegará a conclusões semelhantes dos sistemáticos que lhe são contemporâneos. A autonomia não se perde visto que não existem representações passivas da realidade.

Radicalidade (vai à raiz)
· como a Filosofia é uma atitude activa, há uma busca para as origens de fundamentos
· quando se sabe a razão de causa-efeito, sabe-se a razão de o ser
· não há verdades absolutas:
-a verdade é para um sujeito dependente das circunstâncias envolventes
-a verdade move-nos a avançar, apesar se não existirem representações passivas, logo, também não existem verdades absolutas. No entanto, o Homem através da revisão e do erro procura ficar mais próximo da verdade.
· não parte de pressupostos nem de dogmatismos.
A essência do Homem é a Razão — faculdade que lhe permite pensar. Faz dele aquilo que ele é e não pode deixar de ser. A Filosofia não tem qualquer utilidade porque não nos é exterior, está eminente a nós, sendo assim, é-nos vital. Ela é um produto da Razão. Porque o Homem é naturalmente ambicioso por “saber”, e tende para o que é Único. Fundamentar é a relação entre causa e efeito, é uma tomada de atitude activa, aproximação da essência — Razão = verdade.

quinta-feira, abril 13, 2006

Visit London

Buckingham Palace is open to the public from 30 July until 27 September 2005. This is the official London residence of the Queen and you can visit the magnificent State Rooms, where over the centuries, the wealthy and the powerful have walked. Open daily in summer.
Madame Tussaud's Waxwork Museum is the world famous collection of wax figures of the notable and notorious, everyone from Sigmund Freud to Madonna. Recent additions include their new interactive experiences section where you can try out as a Pop Idol, be snapped by the paparazzi, get up close and personal to serial killers and explore the galaxy. Relive David Beckham’s moment of glory as he scores against Greece to qualify in dramatic fashion for the World Cup and squeeze Brad Pitt’s beguiling biceps.
At Kew Gardens, there are 300 acres containing living collections of over 40,000 varieties of plants. The Palm House is world-famous and there are other magnificent tropical, alpine and temperate houses. The Princess of Wales Conservatory recreates ten different kinds of environments, with appropriate plants in natural settings.
The Royal Opera House re-opened in December 1999 as a theatre at the heart of the nation's artistic and cultural life. It is open to the public Monday to Saturday from 1000 (10am), allowing visitors to take advantage of a wide range of daily free events, while in the evenings, there is a programme of world class opera and ballet. During the day, a programme of backstage tours and open ballet classes offers visitors the opportunity to experience the behind-the-scenes life of the theatre.
St Paul's Cathedral is one of the world's most famous cathedrals, designed by Sir Christopher Wren. This classical cathedral represents inspiration and craftsmanship on a grand scale. The Light of the World by Holman Hunt is its most famous work of art, but it also contains fabulous carvings, statues and mosaics.
Tate Modern
This impressive gallery shows international modern art from 1900 to present day including Dali, Picasso, Matisse and Warhol, plus contemporary works by Gilbert and George. The breathtaking Turbine Hall runs the length of building, creating a massive exhibition space, designed by Swiss architects Hertzog and de Meuron. There are special exhibitions and a cafe with outstanding views over the river.
Tower Bridge Experience
At the Tower Bridge Experience visitors can see one of the most famous bridges in the world and spectacular views from the high level walkways 140ft above the Thames. In the two towers, there's an exhibition which explains the history of Tower Bridge.
At The Tower of London, guarded by the celebrated Beefeaters, visitors can see Traitors' Gate, the priceless Crown Jewels and the famous ravens. Over the centuries, this amazing building has been a fortress, prison, palace and even a zoo. The carefully restored medieval part of the Tower is brought alive by costumed guides. There is also exhibitions of armour and swords and you can see the spot where the notorious second wife of Henry VIII, Anne Boleyn, was beheaded.
Westminster Abbey is one of Europe's finest Gothic buildings and the scene of coronations, marriages and burials of British monarchs. It dates back to the 11th century, and highlights include the Coronation Chair made in 1300, Poets' Corner and the Tomb of the Unknown Warrior.

domingo, abril 09, 2006

Razão e Valores

Para além da Razão - faculdade que nos permite pensar, tudo o resto é acidental em nós. Assim sendo, o contexto em que somos inseridos é meramente acidental. As condicionantes existentes são as que são, como podiam ser outras. Significa que mesmo que sejamos condicionados, isto é, influenciados, temos sempre a possibilidade de optar.
De certa forma, os limites são os mesmos para todos os indivíduos, ainda que eu procure outro tipo de sociedade os limites Físico-biológicos que aí encontrar serão muito semelhantes. Os limites não nos permitem escolher, determinam que a nossa acção não possa ser o que nós quereríamos que fosse.


As condicionantes Físico-biológicas, relacionam-se directamente com o nosso organismo e com a possibilidade que nós temos de agir de acordo com a sua capacidade.
O nosso organismo, por um lado determina universalmente o que não podemos nem sequer tentar fazer. Por outro lado condiciona cada indivíduo de maneira diferente, por forma a que cada um se adapte ao organismo para assim poder assegurar o seu correcto funcionamento.


As condicionantes histórico-culturais dizem respeito ao facto de homem ser por Natureza, um ser social. Cada pessoa é constantemente influenciada pela sociedade em que se integra e reciprocamente influencia a sociedade. Não obstante as influências da Sociedade, o indivíduo tem o livre-arbítrio para escolher, optar.


Conclusão:

As condicionantes não anulam a liberdade do agir. Se assim fosse deixariam de ser condicionantes e tomavam a designação de determinismos, era como se os limites impostos fossem de tal forma que nem davam direito a opção. Estas, influenciam cada indivíduo que reciprocamente vai influenciar a sociedade. Seja como for cada um é livre de escolher, de optar o que quer. logo torna-se responsável pelas suas acções.


Valores

Os Valores não estão nas coisas, mas em nós. O valor é para um determinado sujeito ou conjunto de sujeitos. Um objecto só por isso nada vale. O homem é que valoriza, comercial e afectivamente. Comercialmente o Homem valoriza o que na Natureza existe em pequena quantidade ou o que no funcionamento da sociedade é prioridade para o bem-estar. Afectivamente o Homem valoriza os objectos que de uma forma ou de outra de referem ao seu passado, ou que o conectam com memórias agradáveis.

Características dos Valores


Polaridade apela ao facto dos valores terem um lado positivo e outro negativo.

Perenidade embora o tempo passe, certos valores permanecem porque são intemporais.

Historicidade revela-se porque em cada período histórico as pessoas valorizam valores que hoje em dia seriam desprezados e contrário também se verifica.

Objectividade são o conjunto de valores universais, iguais para todos.

Subjectividade são o conjunto de valores próprios de cada pessoa.